sábado, 16 de abril de 2016

Consulta do Viajante Online


Um domingo de sol, uma esplanada, um café e um jornal para ler, são a minha melhor definição de "não fazer nada." Mas nem sempre é domingo, nem sempre há sol e até os jornais são, cada vez mais, online. Também eu me rendi a esse hábito de ler o jornal online e de partilhar, nas redes sociais, as notícias que me parecem mais interessantes, úteis ou bizarras. Hoje trago-vos uma notícia útil, retirada de um jornal online. 

Quem tem que viajar, seja por motivos profissionais, seja por qualquer outro, pode necessitar de fazer uma consulta do viajante. Já aqui escrevi sobre os cuidados de saúde a ter durante as viagens e da importância da realização de uma consulta do viajante, sobretudo quando se escolhem destinos mais longínquos ou onde as condições de acesso a cuidados de saúde são mais difíceis. Mas o que fiquei a saber, com a leitura deste artigo do Jornal de Negócios, é que há uma plataforma web onde é possível fazer a consulta do viajante, sem que haja a necessidade de deslocação a um consultório médico.

O recurso à telemedicina permite ao viajante realizar a sua consulta sem sair de casa e à hora que lhe é mais conveniente. 

O site Consulta do Viajante garante que a consulta é feita por um médico com competência certificada em Saúde do Viajante e a par das mais recentes recomendações nacionais e internacionais nesta matéria.  A marcação da consulta, o pagamento e a emissão e recepção de receitas médicas, tudo é feito online. Um serviço que dá garantias de qualidade, que é simples e rápido. 

Recomendo que passem pelo Consulta do Viajante, vejam os filmes e leiam os conselhos de saúde para quem tem que viajar. Depois, se necessário, marque a sua consulta. Eu já o fiz!  

sábado, 25 de abril de 2015

De Lisboa a Évora



Gosto muito de Évora e nunca perco uma oportunidade de ir até lá. Desta vez, a razão da viagem foi a participação no II Fórum de Coesão e Inovação Social, uma iniciativa da Fundação Eugénio de Almeida.

O dia foi intenso, começou em Lisboa às 7h30, com uma viagem de autocarro até ao Campo Grande, depois de metro até à Avenida de Roma e, por fim, de carro até Évora. A viagem de Lisboa a Évora faz-se muito bem, auto-estrada durante praticamente todo o percurso, apenas os últimos 10km são feitos pela antiga estrada nacional. Eu gosto de conduzir, o dia estava bonito e, como fui sozinha, ouvi rádio durante todo o percurso. Ora música, ora notícias. Foi um prazer! 

Chegada a Évora, a dificuldade foi encontrar um local de estacionamento gratuito. Como a estada seria por todo o dia estacionar perto do Fórum Eugénio de Almeida, no centro histórico da cidade, não era uma opção. Mas lá encontrei um parque de estacionamento gratuito, ou melhor, um improvisado parque de estacionamento, sem pavimento, em terra e irregular.  Estacionado o carro, com a carteira num ombro, a mala do computador no outro e uns sapatos de saltos (ainda que medianos e quadrados) lá me aventurei a pé, primeiro, no piso de terra, até sair do improvisado parque de estacionamento, depois, pela calçada de pedra e íngreme. Apesar do dia estar lindo não estava muito quente, mesmo assim, cheguei ao Fórum, cansada, com dores nos pés e suada.

Apesar de a minha participação ser, apenas, à tarde, queria ter chegado mais cedo para assistir aos trabalhos da primeira sessão. Teria chegado a horas se o estacionamento não tivesse sido uma tarefa tão árdua. Já em Évora, entre procurar estacionamento, estacionar e fazer, a pé, o percurso até ao Fórum, decorreram mais de 50 minutos. 



Mas foi bom reencontrar os amigos que tenho na Fundação Eugénio de Almeida e voltar aquele espaço, um dos mais relevantes espaços culturais na cidade de Évora. Aqui se acolhem exposições de arte contemporânea e muitas conferência. Ao lado está a loja da FEA, onde se podem adquirir os fantásticos produtos agrícolas, nota máxima para os vinhos e azeites, mas, também, as publicações que, ao longo dos anos, foram sendo dedicadas às artes, religiosidade e cultura. 

Não tive tempo para passear pelo centro histórico, só mesmo por ali perto do Templo de Diana e do Fórum, mas vi que as ruas estavam cheias de turistas e, nos museus do largo, entravam e saíam pessoas de roupas descontraídas e rostos alegres. 

Fiquei com vontade de voltar a Évora, de férias.